Aguaí 10/05/2016 Por G1.com
Prefeitura de Aguaí, SP, cumpre reintegração de posse no Miguelito
Imóveis estavam vazios e não foi registrado nenhum ato de resistência.
Funcionários retiraram objetos presentes nas casas e levaram para aterro.
Policiais militares, guardas municipais e funcionários da Prefeitura de Aguaí (SP) realizaram na manhã desta terça-feira (10) a reintegração de posse das casas do Conjunto Miguelito. Os imóveis estavam vazios e não houve resistência.
“Não tinha ninguém dentro das casas. O oficial de Justiça acompanhou e eles já foram adiantando e tirando os pertences, foi tudo muito pacífico, não foi preciso usar a força com ninguém”, relatou o comandante da GCM, Agnaldo Leandro Romualdo.
As equipes retiraram móveis, objetos pessoais e itens colocados nas casas pelos ocupantes, como portas e janelas, e levaram todo o material para o aterro da cidade.
Entenda o Caso
As famílias lutam pela posse das casas desde 2013, quando a Justiça embargou a obra por conta de irregularidades.
Em 2014, as casas foram invadidas pela primeira vez, mas a prefeitura conseguiu a reintegração de posse. Depois do episódio, o município anunciou que os imóveis seriam leiloados para a arrecadação de verbas em prol da conclusão do hospital da cidade e, em 1º de março de 2016, 58 famílias decidiram acampar em frente às casas como forma de protesto.
Na ocasião, as famílias explicaram que queriam comprar as casas, mas os lances do leilão - de R$ 42 mil a R$ 56 mil - e a forma de pagamento impediam sua participação. Dias depois, elas invadiram os imóveis e a prefeitura entrou com a ação de reintegração de posse.
“Estão vendendo todas as casas, aí nós resolvemos invadir para ver se nós pagamos essa venda ou se nós conseguimos até uma casinha dessas. Nós não queremos nada de graça, nós queremos pagar por isso”, afirmou na ocasião o ajudante geral Leonardo Donizete dos Santos.
Policiais militares, guardas municipais e funcionários da Prefeitura de Aguaí (SP) realizaram na manhã desta terça-feira (10) a reintegração de posse das casas do Conjunto Miguelito. Os imóveis estavam vazios e não houve resistência.
“Não tinha ninguém dentro das casas. O oficial de Justiça acompanhou e eles já foram adiantando e tirando os pertences, foi tudo muito pacífico, não foi preciso usar a força com ninguém”, relatou o comandante da GCM, Agnaldo Leandro Romualdo.
As equipes retiraram móveis, objetos pessoais e itens colocados nas casas pelos ocupantes, como portas e janelas, e levaram todo o material para o aterro da cidade.
Entenda o Caso
As famílias lutam pela posse das casas desde 2013, quando a Justiça embargou a obra por conta de irregularidades.
As famílias lutam pela posse das casas desde 2013, quando a Justiça embargou a obra por conta de irregularidades.
Em 2014, as casas foram invadidas pela primeira vez, mas a prefeitura conseguiu a reintegração de posse. Depois do episódio, o município anunciou que os imóveis seriam leiloados para a arrecadação de verbas em prol da conclusão do hospital da cidade e, em 1º de março de 2016, 58 famílias decidiram acampar em frente às casas como forma de protesto.
Na ocasião, as famílias explicaram que queriam comprar as casas, mas os lances do leilão - de R$ 42 mil a R$ 56 mil - e a forma de pagamento impediam sua participação. Dias depois, elas invadiram os imóveis e a prefeitura entrou com a ação de reintegração de posse.
“Estão vendendo todas as casas, aí nós resolvemos invadir para ver se nós pagamos essa venda ou se nós conseguimos até uma casinha dessas. Nós não queremos nada de graça, nós queremos pagar por isso”, afirmou na ocasião o ajudante geral Leonardo Donizete dos Santos.
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